Perceba sua natureza transitória...

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...e Siga a natureza silenciosa de teu coração.


MMSorge

Tradutor Universal


terça-feira, 11 de setembro de 2012

DAN WINTER - Atração Fractal: Revoluções dramáticas na ciência e atrás disso a existência da espiritualidade.


Para assistir ao vídeo dê um pause na rádio.

Fonte: You Tube

Atração Fractal: 
Revoluções dramáticas na ciência e atrás disso a existência da espiritualidade.

Atracción Fractal: Revoluciones dramáticas en la ciencia que hay tras la espiritualidad.

Cuando las ondas se organizan en el patrón tipo rosa al que llamamos FRACTAL, crean el origen de todas la fuerzas centrípetas: fuerza de vida, gravedad, percepción, color y extasis/iluminación.

Desde el Feng Shui, pasando por medir experiencias cumbre y hasta en las nuevas ciencias energético y biológico-fractales, entendemos como hacer un campo eléctrico fractal en 3 dimensiones. Esto significa que podemos diseñar, literalmente, espacios sagrados y de sanación (como hacían los antiguos), con simples principios de ingeniería eléctrica. 

Estos campos eléctrico-fractales: generan sanación, reducen el dolor, el electrosmog o la radioactividad y anuncian tecnologías revolucionarias para obtener energía del hidrógeno, para purificar el agua, sanar lagos o recargar cristales para sanar con ellos. 

Todos estos conocimientos, están basados en mi nueva ecuación para la estructura del hidrógeno... que es, simplemente, como una rosa! La naturaleza hizo a todas las proteinas vivas fractales en su construcción y hasta que no aprendamos a construir casas, hospitales y ciudades con esa geometría de campo eléctrico, continuaremos haciendo sangrar a la fractalidad... que es la definición de todo dolor! 

Dan Winter

Graduándose con honores en la universidad de Detroit, Dan realizó estudios en psicofisiología y origenes del lenguaje. Sumado a su trasfondo académico, ha trabajado como analista de sistemas para IBM, en la industria metalúrgica y como cristalógrafo. 

También ha llevado a cabo estudios que van desde la física cuántica al modelage en el laboratorio espacial del MIT o a desarrollar los prototipos de equipos de biorretroalimentación como protegido del Doctor Albert Axe. 

A través de los años, Dan a realizado ponencias sobre la evolución de la consciencia, geometría aurea y lo que él llama emoción coherente, en muchas conferencias a nivel nacional e internacional. A mediados de los 90, sus teorias en Emoción Coherente, inspiraron notables investigaciones, como las del hospital "Millard Fillmore" de Buffalo o las del "Heart Math Institute" de California. 

Resultados publicados por el Doctor Glen Rein proporcionaron evidencias concluyentes apoyando las teorias de Dan sobre el corazón. Se midió, de un modo totalmente replicable, que el efecto de la ordenación coherente de los armónicos del corazón en los momentos de compasión o amor, causaban una repercusión en el trenzado (programación) del ADN. Explicado de un modo sencillo, lo que se descubrió, es que las emociones afectan directamente a nuestra genética. 

Dan Winter ha trazado lineas entre muchísimas fuentes, tanto científicas, dado su entrenamiento académico, como mitológicas, de la cultura popular, e incluso de información canalizada, en busqueda de ideas sobre la profunda interconexión de todas las cosas y sobre como la naturaleza de nuestra propia consciencia puede ser abordada desde la arquitectura o el arte, las matemáticas o la biología, la electrónica o el mito. Con un gran sentido a la hora de trazar puentes entre mundos, Dan tiene un gran talento tanto en la poesía de su lenguaje como en el rigor científico de su mensaje. 

El trabajo de Dan en años recientes se ha centrado en demostrar, con la ayuda de una sensacional variedad de gráficos por ordenador , el modo en que las ondas musicales asociadas con las emociones (llamado en inglés 'sentics'), se vuelven geometría pura. 

Entre sus múltiples proyectos, Dan está desarrollando una nueva teoría de la gravedad. Él cree que anidaciones recursivas en las geometrias de campos electromagnéticos es lo que genera la Implosión, o fuerza centrante, a la que llamamos Gravedad. Su teoría puede proporcionar pistas sobre como poder organizar ondas magnéticas largas para reparar el tejido gravitatorio y retener, de ese modo, la atmósfera de nuestro planeta. 

www.goldenmean.info

O que é a Alquimia


O que é a Alquimia


O ideal alquimista não constitui a descoberta de novos fenômenos, ao contrário do que procura cada vez mais intensamente a ciência moderna, mas sim reencontrar um antigo segredo, que ainda é inacessível e inexplicado para a maioria. Ela não é constituída somente de um caminho material, como por exemplo a transmutação de qualquer metal em ouro. Antes de tudo a alquimia é uma arte filosófica, uma maneira diferente de ver o mundo. Não podemos, no entanto, separar o material do espiritual, uma vez que na Terra estamos encarnados em um corpo, onde um sofre influência do outro, pois na realidade tudo é uma coisa só, uma unidade, o ser humano. Na alquimia ocorre a transmutação da matéria e do espírito ao mesmo tempo.

O alquimista adquire conhecimentos irrestritos da natureza, se pondo em um ponto especial de observação, vendo tudo de maneira diferente. Seria como se uma pessoa pudesse ver tanto o aspecto físico nos mínimos detalhes bem como as energias associadas a este corpo. O alquimista estaria em contato total com o universo, enquanto que para todos nós este contato é apenas superficial.

Na realização da Grande Obra, o alquimista consegue obter a pedra filosofal e modificar sua aura eliminando a cobiça e a avidez. Descobre que o ouro material não tem grande valor quando comparado ao ouro interno, ou seja, o caminho espiritual é infinitamente mais importante que as coisas materiais. Todos deveriam se contentar com o básico para sobrevivência do corpo e se dedicar por inteiro a busca de um aperfeiçoamento espiritual.


Somente os homens de coração puro e intenções elevadas serão capazes de realizar a Grande Obra.

A corrida atômica se intensificou durante a Segunda guerra mundial, onde vários cientistas desenvolveram a bomba atômica que viria a ser a maior ameaça para a sobrevivência da Terra. Se os alemães tivessem tido acesso a estes conhecimentos antes, não teria sobrado muita coisa em nosso planeta. Portanto se os cientistas tivessem mais consciência e um maior conhecimento das conseqüências de suas descobertas, não teriam divulgado muitas coisas. Os alquimistas já conheciam o poder e os perigos da energia atômica a muito tempo e não divulgaram em função dos riscos inerentes de uma má utilização destes conhecimentos. Por isso existe um grande segredo em torno da alquimia.

A ciência na atualidade se especializou tanto que cada vez mais os cientistas estudam uma parte menor de determinada área. Acreditam que com isso podem avançar muito mais em determinada direção. Assim, perdem a visão do todo, tornando-se menos conscientes da utilização de tais pesquisas, quer seja para o bem ou para mal.

Os cientistas estão mais preocupados com a fama e dinheiro do que com o próprio sentido da ciência. Eles podem ser comparados a empresários capitalistas pois para a maioria o caminho é unicamente material. Quando pensam no aspecto espiritual este se encontra dissociado de tudo o quanto mais acreditam. Eles são os sopradores modernos.

O alquimista é o estudante assíduo da alquimia, aquele que busca o caminho para a iluminação. O soprador é um mercenário que só se interessa pelo ouro que ele poderá produzir e o Adepto é o alquimista que realizou a Grande Obra, ou seja um iluminado.
Os segredos alquímicos, constituem adquirir os conhecimentos das leis universais e penetrar em uma dimensão espaço-tempo sagrada, diferente da do cotidiano materialista.

A alquimia é a mais antiga das ciências e influenciou todas as demais. Tem como principal objetivo compreender a natureza e reproduzir seus fenômenos para conseguir uma ascensão a um estado superior de consciência.

Os alquimitas, em suas práticas de laboratório, tentavam reproduzir a pedra filosofal a partir da matéria prima primordial. Com uma pequena parte desta pedra é possível obter o controle sobre a matéria, transformando metais inferiores em ouro e também o Elixir da Longa Vida, que é capaz de prolongar a vida indefinidamente.

O ouro é considerado o mais perfeito dos metais pois dificilmente se oxida, não perde o brilho e acredita-se que todos os outros metais evoluem naturalmente até ele no interior da terra. Portanto, a transmutação é considerada um processo natural. Os alquimistas somente aceleram este processo, realizando as transmutações em seus laboratórios. Este tipo de conhecimento ficou sendo o mais cobiçado, não pelos alquimistas, mas pelos não iniciados, os sopradores como eram chamados. Eles buscavam a pedra filosofal, que lhes confeririam poderes como a invisibilidade, viagens astrais, curas milagrosas, etc. Esta pedra filosofal não se constituía necessariamente de um objeto, mas sim energia que pode ser adquirida e controlada. Este conjunto pedra e alquimista são responsáveis dos poderes alcançados. Um não iniciado poderia possuir a pedra e dela não desfrutar toda a sua potencialidade conseguindo, quando muito transformar uma pequena quantidade de chumbo em ouro. A transformação da matéria-prima na pedra filosofal, juntamente com a transformação do indivíduo constitui a Grande Obra.

No laboratório, com experimentos e constantes leituras e releituras, o alquimista nas várias etapas da transformação da matéria, vai gradativamente transformando a própria consciência. Antes do ouro metal, o alquimista deverá encontrar o ouro espiritual dentro de si.

Os ideais e poderes pretendidos pelos alquimistas, nos faz correlacioná-los aos poderes de Cristo, que foi capaz de transmutar água em vinho, multiplicar os pães, andar sobre a água, curar milagrosamente, dentre outros. Ele sempre dizia: "aquele que crê em mim, fará tudo que eu faço e ainda fará coisas maiores". Os alquimistas buscavam esta pureza e compreensão espiritual, conseguindo assim, realizar estas obras. Portanto, o exemplo de Cristo, além do exemplo espiritual, constitui-se em um meio de descobrir o poder sobre a matéria. Muitos alquimistas consideram Cristo a pedra filosofal.

Encontrar a pedra filosofal significa descobrir o segredo da existência, um estado de perfeita harmonia física, mental e espiritual, a felicidade perfeita, descobrir os processos da natureza, da vida, e com isso recuperar a pureza primordial do homem, que tanto se degradou na Terra. Portanto, a Grande Obra eleva o ser a mais alta perfeição: purifica o corpo, ilumina o espírito, desenvolve a inteligência a um ponto extraordinário e repara o temperamento. A pedra filosofal era gerada a partir da matéria prima primordial, além de outros compostos, no Ovo Filosófico que é um recipiente redondo de cristal onde todos estes compostos vão sendo transformados, em várias etapas, sempre utilizando o forno. Este processo freqüentemente é comparado a uma gestação da pedra filosofal. Isto seria como reproduzir o que a Natureza fez no princípio, quando só existia o caos, porém de maneira mais rápida, dando melhores condições para que ocorram as transformações.

Portanto, a conclusão da Grande Obra, ou seja, o entendimento dos segredos alquímicos, significa adquirir os conhecimentos das leis universais e penetrar em uma dimensão espaço-tempo sagrada, diferente da do cotidiano de todos.

Os segredos alquímicos, constituem adquirir os conhecimen- tos das leis universais e penetrar em uma dimensão espaço-tempo sagrada, diferente da do cotidiano materialista.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

A Tradição Sakya Tsarpa do Budismo Tibetano


A Tradição Sakya Tsarpa do Budismo Tibetano

De acordo com a história tibetana tradicional, a difusão do budismo no Tibet foi conduzida pelas atividades sagradas dos Buddhas e Bodhisattvas, principalmente através dos esforços do Bodhisattva Avalokiteshvara. A difusão do budismo no Tibet teria sido profetizada pelo próprio Buddha no Manjushri Mula-tantra.

Antes da difusão do budismo no Tibet, a religião e cultura nativas dos tibetanos era o Bön. O budismo começou a ser difundido no Tibet em duas disseminações, começando com o período dos Três Grandes Reis Religiosos. O primeiro foi o Rei Songtsen Gampo da dinastia Yarlung, o 33º na linhagem real (aprox. 618-650). Este rei era uma emanação do Bodhisattva Avalokiteshvara e estabeleceu tanto a religião budista quanto a ordem política. Ele construiu o grande palácio Potala e dois templos em Lhasa. Sob o seu reinado, foi estabelecido um sistema legal que combinava princípios religiosos e seculares. O próprio rei deu ensinamentos orais sobre o Bodhisattva Avalokiteshvara.

O segundo rei religioso foi Trisong Deutsen, o 37º na linha real, uma emanação do Bodhisattva Manjushri (aprox. 740-798). Neste período, o budismo floresceu imensamente com a chegada do abade Shantaraksita e do preceptor Padmasambava (Guru Rinpoche), que foram convidados pelo rei a visitar o Tibet. A tradução dos ensinamentos do Buddha foi iniciada, a assembléia de monges foi estabelecida e o primeiro Monastério budista no Tibet, o templo de Samye, foi construído. Os dois sistemas legais — a lei religiosa e a leis do reino — foram ainda mais difundidas e fortalecidas.

O terceiro rei religioso foi Ralpachen, o 39º na linhagem real e uma emanação do Bodhisattva Vajrapani. Este rei continuou a construir Monastérios budistas e, por édito real, apontou sete famílias para apoiar cada grupo de sete monges. Ele também padronizou a linguagem de tradução dos textos religiosos e estabeleceu os métodos para tradução e transmissão dos ensinamentos do Buddha. A morte do rei Ralpachen marcou o fim da primeira disseminação do budismo no Tibet.

Após a perseguição imposta pelo rei Langdarma, o budismo foi revitalizado no ano 1042 com a chegada do monge Atisha (982-1053) no Tibet, iniciando-se a segunda disseminação. A partir de então, o budismo estabeleceu firmes raízes no Tibet. Em 1244, Sakya Pandita, o chefe da tradição Sakya do budismo tibetano, foi apontado como regente pelo governante mongol Godan Khan e se tornou o governante de todo o Tibet.

No século XVII, os gelugpas tornaram-se governantes do Tibet e, 1642, o 5º Dalai Lama (1617-1682) tornou-se o primeiro Dalai Lama a governar o Tibet. Esta tradição continuou até o 14º Dalai (nascido em 1935), que foi obrigado a exilar após a ocupação comunista em 1959.

As Quatro Tradições do Budismo Tibetano

As quatro tradições ou escolas do budismo tibetano surgiram no período das duas disseminações do budismo no Tibet.

A tradição Nyingma é a escola mais antiga do budismo tibetano, surgida a partir dos ensinamentos deixados por Padmasambhava na primeira disseminação do budismo no Tibet durante o século VIII. As três demais escolas foram fundadas no período da segunda disseminação.

A tradição Kagyü foi fundada por Marpa, Milarepa e Gampopa. Esta tradição vem dos ensinamentos de grandes mestres da Índia como Tilopa e Naropa.

A escola Gelug foi fundada no século XIV pelo monge e filósofo Je Tsongkhapa, revitalizando os ensinamentos deixados por Atisha no início da segunda disseminação. Durante o século XVII, a escola Gelug tornou-se a força política dominante no Tibet Central.

A tradição Sakya foi fundada em 1073 por Khön Könchog Gyalpo, que estabeleceu o Mosteiro Sakya no sul do Tibete Central. Dentro desta tradição, há um ramo principal da escola Sakya e algumas sub-linhagens, como Ngor, Tsar e Dzong.

O Surgimento da Tradição Sakya


A tradição Sakya tem suas raízes nos tempos antigos, quando três irmãos de uma raça celestial teriam descido do Paraíso da Clara Luz até o Tibet para beneficiar os seres. Algum tempo depois disso, eles se encontram em conflito com um grupo de demônios rakshas.

Durante o conflito, aconteceu um romance entre um dos três deuses, Yapang Kye, e a raksha Yatuk Silima. Deles nasceu um filho chamado Khön Barkye, "Aquele que Nasceu entre o Amor e a Luta". Foi assim que o nome Khön tornou-se conhecido no Tibet. Os membros da família Khön então se tornaram discípulos de Padmasambhava e um deles se tornou um dos sete primeiros tibetanos a receber a ordenação monástica budista. Desde então e até o século XI, os membros da família Khön eram patronos e seguidores da antiga tradição Nyingma.

Entretanto, após a perseguição do rei Langdarma, houve um declínio no budismo. Khön Könchog Gyalpo (1034-1102) decidiu que a família Khön deveria procurar pelos novos tantras que começavam a chegar no Tibet. Em 1073, Khön Könchog Gyalpo fundou o Monastério Sakya na província de Tsang, na região sul do Tibet central.

O próprio Buddha Shakyamuni teria profetizado no Manjushri Mula-tantra que esse Monastério faria os ensinamentos florescerem no Tibet. Padmasambhava fez profecias semelhantes e Atisha, quando estava a caminho da Índia par o Tibet em 1040, teria feito oferendas no local onde seria construído o Monastério conhecido como "Terra Cinza" e também profetizou que este lugar testemunharia uma emanação do Bodhisattva Avalokiteshvara, sete emanações do Bodhisattva Manjushri e uma emanação do Bodhisattva Vajrapani.

Ao longo de muitos anos da história tibetana, houve indicações de que estas visões tinham se materializado. A palavra tibetana Sakya significa "Terra Cinza", e a tradição Sakya recebeu este nome por causa da região de terra cinzenta onde estas profecias foram feitas.

Nos séculos XII e XIII, a tradição Sakya assumiu uma posição proeminente no Tibet devido aos esforços dos Cinco Grandes Mestres (Jetsün Gongma Nga) da tradição Sakya: Sachen Künga Nyingpo (1092-1158), Sönam Tsemo (1142-1182), Jetsün Dragpa Gyaltsen (1147-1216), Sakya Pandita (1182-1251) e Chögyal P'hagpa (1235-1280).

Depois deles, vieram os Seis Ornamentos do Tibet: Yaktön Sangye Pal e Rongton Mawe Senge, instruídos nos sutras; Ngorchen Künga Zangpo e Dzongpa Künga Namgyal, instruídos nos tantras; Gorampa Sönam Senge e Shakya Chogden, instruídos em ambos.

As Sub-Escolas da Tradição Sakya

O ramo principal da tradição Sakya está atualmente sob a liderança do 41º Sakya Trizin (detentor do trono de Sakya), S.S. Ngawang Künga do Drölma P'hodrang (Palácio de Tara, um dos ramos da família Khön). No futuro, ele será sucedido por seu filho, S.E. Ratna Vajra Rinpoche. Assim como nas outras tradições do budismo tibetanos, algumas sub-escolas ou sub-divisões surgiram a partir do ramo principal da tradição Sakya.

Sakya Tsarpa

A sub-escola Tsar foi fundada por Tsarchen Losal Gyatso (1502-1556) com o estabelecimento do Monastério Dar Drongmoche na província de Tsang no Tibet. A tradição Tsar foi continuada por mestres como Jamyang Khyentse Wangchuk e Mangtho Lhündrub Gyatso, sendo renomada pelos ensinamentos do protetor Mahakala (Superior e Inferior) e pelas transmissões dos Treze Dharmas de Ouro.

O chefe da tradição Tsarpa era S.E. Chogye Trichen Rinpoche (1930-2007), que também foi o Lama Raiz do monge brasileiro Rinchen Khyenrab Thupten Nyima. O Monastério Budista Tibetano Sakya Tsarpa Thupten Dekyid Öedbar Ling, em Cabreúva - SP, é a sede oficial da tradição Sakya Tsarpa na América Latina.

Sakya Ngorpa

A sub-escola Ngor foi fundada por Ngorchen Künga Zangpo (1382-1457) com o estabelecimento do Monastério Ngor Ewam em 1430. A tradição Ngor foi continuada por mestres como Könchog Lhündrub, Thartse Namkha Chime Palzang e Drubkhang Palden Döndrub.

O chefe da tradição Ngorpa era S.E. Ludhing Khenchen Rinpoche, que se aposentou da abadia do Monastério Ngor no ano 2000 e a transmitiu para o seu sobrinho, S.E. Luding Khen Rinpoche Jr.

Sakya Dzongpa

A sub-escola Dzong foi fundada por Dzongpa Künga Namgyal (1432-1496) com o estabelecimento do Monastério Lhoka Gongkar Chöde, no Tibet em 1464. O chefe da tradição Dzong é o Tülku Dorjedhenpa Rinpoche.

Antigas Escolas Ligadas à Tradição Sakya

Bodong

A sub-escola Bodong, fundada por Bodong Panchen Chogle Namgyal, eventualmente desapareceu.

Bulug/Shalu

A sub-escola Bulug ou Shalu, fundada por Butön Rinchen Drub (Butön Thamche Khyenpa), tinha sua sede no Monastério Shalu, mas deixou de existir como uma tradição separada.

Gongkar

A sub-escola Gongkar também desapareceu, mas seu principal centro, o Monastério Gongkar, ainda está ativo nas proximidades do rio Tsangpo em Lhasa, no Tibet.

Jonang

Embora não seja uma sub-escola da tradição Sakya, a quase extinta tradição Jonang teve algumas ligações com o Monastério Sakya e com a família Khön.

Künpang Thugje Tsöndru fundou o Monastério Jonang em 1294. Yumo Mikyö Dorje, um grande yogi do século XI, foi mestre dos ensinamentos de Kalachakra e um dos patronos da tradição Jonang. Künkhyen Dölpopa Sherab Gyaltsen, um dos maiores mestres do século XIV, estudou no Monastério Sakya e se encontrou com o 3º Gyalwa Karmapa, Rangjung Dorje. Em 1321, ele se mudou para o Monastério Jonang e mais tarde se tornou o seu quarto abade.

Durante o governo do 5º Dalai Lama, os monastérios da tradição Jonang no Tibet Central foram convertidos para a tradição Gelug, com exceção de um que era mantido pela família Khön da tradição Sakya. Apesar de pequena, a tradição Jonang sobreviveu em locais como Dzamthang, em Golok, Tibet Oriental.


Nota do Blog:

Agradecemos ao nosso querido Amigo e irmão de caminho o Lama e Monge Richen por tão sagrados e preciosos ensinamentos.

Para todos aqueles que quiserem se aprofundar nos estudos da filosofia budista dentro da linhagem Tibetana indicamos este o Site do Mosteiro e templo Sakya Tsarpa Thupten Dekyid Öedbar Ling que fica na cidade de Cabreúva interior de são Paulo.

FIAT LUX
PAX


segunda-feira, 27 de agosto de 2012

CONTATO (1997) FILME COMPLETO


CONTATO (1997)
FILME COMPLETO

Baseado no livro homônimo de Carl Sagan, conta a história de uma astrônoma (Jodie Foster) que descobre um sinal de rádio inteligente vindo do Espaço. Desvendando o sinal, ela e outros cientistas descobrem que aquilo são instruções para a construção de uma enorme máquina, que os possibilitaria o contato com as formas de vida extra-terrestres.

Contato
(Contact, 1997)


• Direção: Robert Zemeckis

• Roteiro: Carl Sagan (romance e argumento), 
Ann Druyan (argumento), 
James V. Hart (roteiro), 
Michael Goldenberg (roteiro)

• Gênero: Drama/Ficção Científica

• Origem: Estados Unidos

• Duração: 153 minutos

• Tipo: Longa-metragem

Para assistir ao filme dê um Pause na rádio.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Luz... Mais Luz... (Etherium - The Power of Light)


Luz...
Mais Luz...

Assim sou eu...
Assim és você...



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FIAT LUX
PAX

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

O Encontro de Dois Oceanos – Jalal ud-Din Rumi e Shams de Tabriz


O Encontro de Dois Oceanos – Jalal ud-Din Rumi e Shams de Tabriz


As Três Versões de “O encontro de dois oceanos”.

Vindo de madrassa (escola religiosa muçulmana) acompanhado de seus discípulos, Rumi cavalgava um burrico. Ao passar perto de um caravançarai, um homem que estava à margem do caminho pôs-se à sua frente e dirigiu-lhe a seguinte pergunta: “Tu, que és o grande conhecedor de teologia e das escrituras, respondeu-me: quem é maior, o Profeta Mohammed ou Mayazid Bistami?” – Rumi respondeu sem hesitar: “Mohammed foi sem dúvida o maior de todos os santoe e profetas”. – “Se é assim”, replicou Shams,”como explicas que Mohammed disse: ‘Não te conhecemos, Senhor, como dever ser conhecido’, enquanto Bayazid exclamava: ’Glória a mim! Imensa é minha glória.’?” Ao ouvir isso, Rumi desmaiou. Quando despertou, levou Shams para sua casa e lá ficaram a sós, em santa comunhão por quarenta dias.

***

Segundo outra versão desse encontro, Rumi ensinava seus discípulos em sua casa e tinha diante de si uma pilha de livros. Durante a aula um homem entrou e, após cumprimentar os presentes, sentou-se num canto da sala. Apontando para os livros, o visitante perguntou: “O que é isso?” Rumi, incomodado pela interrupção, respondeu secamente: “Tu não sabes o que é isso”. Imediatamente os livros incendiaram-se. Perplexo e assustado, Rumi dirigiu-se ao estranho: “O que é isso?” O estranho apenas repetiu: “Tu não sabes o que é isso”, e retirou-se tranquilamente da sala. Rumi abandonou a classe e saiu desesperado em busca do estranho, mas não pôde encontrá-lo.

***

Uma terceira versão da mesma história foi contada por Jami, grande poeta persa do séc. XV:

Enquanto falava a seus discípulos, Rumi empilhara seus livros à borda de um tanque. Shams apareceu e perguntou o que continham aqueles livros. Rumi respondeu: “Aqui só há palavras, em que te podem interessar?” Shams ud-Din apanhou os livros e jogou-os dentro d’água. Rumi esbravejou, furioso: “O que fizeste, dervixe? Alguns desses livros continham manuscritos importantes de meu pai, que não se encontram em nenhum outro lugar”. Então, para o espanto de Rumi e dos discípulos, Shams enfiou a mão no fundo do tanque e retirou intactos, um a um, todos os livros. Maulana (Rumi) lhe perguntou: “Qual o segredo?” Shams ud-Din respondeu: “Isso é que se chama prazer ou desejo de Deus (dhawq), e êxtase ou estado espiritual (Hal); tu não sabes nada o que é isso”.


RUMI, Jalal ud-Din. Poemas Místicos DIvan de Shams de Tabriz. Attar Editorial. PP.15-16

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Sons da Natureza: Baleias

Para assistir ao vídeo dê um pause na rádio.

Fonte: You Tubde

O Amor transcende todas as aparências e condições humanas


O Amor transcende todas as aparências e condições humanas.


Por mais louca ou difícil, equilibrada ou fácil que nossas vidas possam ser isso é somente aparente... Tudo um dia passará e o que restará depois de tantas experiências de alegrias ou de tristezas é o amor que em tudo vive e pulsa.

Neste amor que transcende as aparências e todas as condições humanas eu, você e todo Universo somos uma única alma cheia de Luz, Paz e Alegria.

Este amor sempre nos envolverá... Hoje e por toda eternidade...Sempre!!!

Nada nunca esteve separado d
e nada.

Nem eu...
Nem você...
Nem o Universo.

Somos a versificação da unidade na multiplicidade perfeita de seres. Sempre fomos partes do mesmo SER!!!

Somos unidade, somos verso... UNI-VERSO em torque e expansão!

ACORDE!!! CHEGOU A HORA!!!
FIAT LUX
PAX

MMSorge

O Amor constrói Universos - Всесвіти любов же будує



"O Amor é a força que coloca em torque o núcleo de cada átomo ou o centro de cada galaxia".

"O Amor constrói universos inteiros, existem universos que são inimagináveis para nos humanos e só os alcançaremos através do puro e verdadeiro AMOR".

MMSorge


terça-feira, 14 de agosto de 2012

PERCEBER SEM NOMEAR - ECKHART TOLLE


PERCEBER SEM NOMEAR
ECKHART TOLLE


As pessoas, em sua maioria, estão apenas superficialmente conscientes do mundo que as cerca, sobretudo quando estão familiarizadas com o ambiente em que se encontram. A voz na cabeça absorve a maior parte de sua atenção.

Há quem se sinta mais vivo quando viaja e conhece lugares desconhecidos ou outros países porque, nessas ocasiões, a percepção sensorial ocupa mais a sua consciência do que o pensamento. Esses indivíduos se tornam mais presentes.

Outros permanecem sob o total domínio da voz da cabeça até mesmo nessas situações. Suas percepções e sensações são distorcidas por julgamentos instantâneos. Na verdade, eles não chegaram a ir a lugar nenhum. Apenas seu corpo está viajando, enquanto eles permanecem onde sempre estiveram: na própria cabeça.

Essa é a realidade da maior parte das pessoas: tão logo alguma coisa é percebida, ela é nomeada, interpretada, comparada com outra coisa qualquer, apreciada, detestada ou chamada de boa ou má pelo eu fantasma, o ego. Elas estão aprisionadas nas formas pensamento, na consciência do objeto.

Ninguém desperta espiritualmente enquanto não interrompe o processo compulsivo e inconsciente de nomear, ou pelo menos, até que tome consciência dele e assim seja capaz de observá-lo enquanto ocorre.

É por meio desse nomear constante que o ego permanece em atividade como a mente não observada. Sempre que ele para e até mesmo quando nos tornamos conscientes dele, há lugar para o espaço interior e então deixamos de ser possuídos pela mente.

Agora, escolha um objeto próximo a você - uma caneta, uma cadeira, uma xícara, uma planta - e examine-o visualmente, ou seja, olhe para ele com grande interesse, quase com curiosidade.

Evite itens com fortes associações pessoais que o façam se lembrar do passado, como onde você os comprou, de quem os ganhou, etc. Deixe de lado também tudo o que tenha algo escrito, como um livro ou uma garrafa. Isso pode estimular o pensamento.

Sem fazer esforço, relaxado, mas alerta, dedique total atenção ao objeto, a cada detalhe dele. Se surgirem pensamentos, não se envolva com eles. Não é neles que você está interessado, e sim no ato da percepção em si.

Você consegue tirar o pensamento da percepção?

É capaz de observar sem que a voz na sua cabeça faça comentários, tire conclusões, compare ou tente descobrir alguma coisa?

Depois de uns dois minutos, deixe seu olhar vagar pelo ambiente, com sua atenção alerta iluminando cada coisa sobre a qual ela pousar.

Depois, ouça os sons que possam estar presentes. Faça isso da mesma maneira como olhou para as coisas ao seu redor. Talvez alguns sons sejam naturais: água, vento, pássaros, enquanto outros sejam artificiais. Alguns podem ser agradáveis, outros desagradáveis. No entanto, não faça diferenças entre bons e maus.

Deixe cada som ser como ele é.  Não o interprete.
Nesse caso também, o segredo é a atenção relaxada, porém alerta.

No momento em que olhar e escutar desta maneira, você poderá se tornar consciente de um sentimento sutil de calma, que, a principio, talvez seja difícil de perceber. Algumas pessoas o sentem como um silêncio em segundo plano. Outras preferem chamá-lo de paz.

Quando a consciência não está mais absorvida pelo pensamento, uma parte dela permanece no seu estado natural, não condicionado, sem forma.

Esse é o espaço interior.


Trecho do livro "Um Novo Mundo - O Despertar de uma Nova Consciência"
por Eckhart Tolle.

LUZ!
STELA

Se o amante se lança na chama da vela e não se queima,
ou a vela não é vela ou o homem não é Homem,
Assim o homem que não é enamorado de Deus
e que não faz esforços para o alcançar não é Homem.
Deus é aquele que queima o homem e o aniquila
e nenhuma razão o pode compreender.

Mawlana Rumi - ' Fihi ma fihi'

Por Amor

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... És precioso aos meus olhos. Troco reinos inteiros por ti...

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"Nem Cristão, Judeu, ou Muçulmano,

nem Hindu, nem Budista, Sufi ou Zen.

Nem uma Religião ou Sistema cultural.

Eu não sou do Oriente nem do Ocidente,

nem dos oceanos nem da terra,

nem material ou etéreo,

nem composto de elementos.

Eu não existo..."


Mawlana Jalaluddin Rumi