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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

O Zohar

ZOHAR
O Livro do Esplendor


"O livro do Zohar, a obra literária mais importante da Cabalá, [...] nenhuma teve uma influência e um sucesso sequer aproximadamente similares ao seu. [...] uma fonte de doutrina e revelação igual em autoridade à Bíblia e ao Talmud, e com o mesmo grau canônico, o que é uma prerrogativa que não pode ser postulada por nenhuma outra obra da literatura judaica."

Gershom Scholem
Grande especialista em mística judaica


"Mas a essência de Deus está tão acima da inteligência do homem e dos anjos, que ninguém pode chegar perto o bastante para compreende-la, os seres que vivem aqui embaixo dizem que Deus está no alto, enquanto os anjos no céu dizem que Deus está sobre a terra. Deus é conhecido por cada um segundo a profundidade de sua própria compreeensão.Pois cada homem só pode se unir ao espírito de Sabedoria tanto quanto permite a vastidão de seu próprio espírito. E todo o homem deve tentar aprofundar seu prórpio conhecimento de Deus tanto quanto lhe permita sua própria compreensão. Mas a essência divina deve permanecer um mistério profundo."
ZOHAR


O Zohar (em hebraico זהר, "esplendor") é considerado como um dos trabalhos mais importantes da Cabalá, no misticismo judaico.

Trata-se de comentários místicos sobre a Torá (os cinco livros de Moisés) escrito em aramaico e hebraico medieval. Contém uma discussão mística sobre a natureza de Deus e considerações sobre a origem e estrutura do universo, a natureza das almas, pecado, redenção, o bem e o mal, e diversos temas relacionados.

O Zohar não é um livro, mas um grupo de livros. Estes livros incluem interpretações bíblicas assim como matérias sobre teologia, teosofia, cosmogonia mística, psicologia mística, e também o que alguns poderiam chamar de antropologia.


Origem

O Zohar teria aparecido primeiro na Espanha, no século XIII, e foi publicado por um escritor judeu chamado Moses de León.

Scholem, baseado em contos contemporâneos de De León e em evidência com os textos do Zohar (sintaxes do idioma espanhol, por exemplo) concluiu que De León seria o autor original das traduções.

De León atribuiu esse trabalho a um rabino do segundo século, Shimon bar Yochai, que foi verdadeira lenda judaica durante o tempo da perseguição romana. O Rabino Shimon ter-se-ia escondido em uma caverna por 13 anos, estudando a Torá com seu filho, Eleazar. Diz ele que, durante esse tempo, foi inspirado por Deus para escrever o Zohar, permanecendo oculto durante muitos séculos e somente no Século XIII foi publicado e disseminado por Moshe de León.

A suspeita de que o Zohar teria sido encontrado por uma pessoa - Moses de León - que faz referências a acontecimentos do período pós-talmúdico, foi a causa inicial sobre o questionamento da autenticidade desse trabalho. Há uma lenda de que, após a morte de Moses de León, um homem rico de Ávila chamado Joseph ofereceu à viúva de Moses (a qual não tinha nenhuma forma de sustento, após o falecimento do marido) grande soma de dinheiro pelo original, do qual seu marido havia feito uma cópia.

Na época confessou que seu marido seria o autor do trabalho. Ela disse que várias vezes havia perguntado o porquê de ele creditar os próprios ensinamentos a outro, e ele sempre respondia que as doutrinas de Shimon bar Yochai, se colocadas publicamente, poderiam ser um trabalho milagroso, e também uma rica fonte de lucro. A história indica que pouco depois das primeiras publicações do trabalho os créditos foram dirigidos como se Moses de León os tivesse escrito.

Baixe o Zohar em Espanhol


Fontes:

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Os 72 nomes de Deus



Os 72 nomes de Deus não são nomes num sentido comum. Eles têm nada em comum com as palavras com que eu e você somos denominados.

Os 72 nomes de Deus nos fornecem um veículo para conectar com a corrente espiritual infinita que flui por toda a realidade. Deus deu esta tecnologia a Moisés para ser compartilhada com todas as pessoas, para que os seres humanos pudessem libertar seus próprios poderes divinos e atingir controle sobre o mundo físico.

Embora esta fórmula esteja codificada na história bíblica literal da divisão do Mar Vermelho, nenhum rabino, estudioso ou padre tinha ciência desse segredo. Ele era conhecido apenas por alguns kabalistas – que também sabiam que quando o tempo certo chegasse, a fórmula seria revelada ao mundo.

Nesta antiga tecnologia chamada os "72 nomes de Deus", podem ser encontrados o poder milagroso para sair de qualquer situação de vida ou morte.

O Yehuda Berg escreve em seu livro "72 nomes de Deus" para obter controle sobre as leis da Mãe Natureza, precisamos atingir o autodomínio."

Este é o segredo dos 72 nomes de Deus.

Os 72 Nomes são sequências de três letras, que atuam como um disparador de frequências espirituais específicas. Ao simplesmente olhar as letras, bem como fechar os olhos e visualizá-las, podemos conectar com essas frequências e com isso acender a chama do criador adormecida dentro de nós.

Sabemos também que existe uma combinação específica que vibra mais próximo da sua alma, ela se define baseada no dia de seu nascimento. Para descobrir qual é clique aqui.


Aperte a tecla shift clicando nos nomes abaixo e faça a sua meditação.


Para aprender como lidar com o poder dos 72 Nomes, juntamente com os propósitos para os quais eles podem ser usados, recomendamos ler Os 72 Nomes de Deus: Tecnologia da Alma.

Mesmo que você não fale ou leia hebraico, ainda assim você pode iniciar e experimentar milagres incríveis.



Se o amante se lança na chama da vela e não se queima,
ou a vela não é vela ou o homem não é Homem,
Assim o homem que não é enamorado de Deus
e que não faz esforços para o alcançar não é Homem.
Deus é aquele que queima o homem e o aniquila
e nenhuma razão o pode compreender.

Mawlana Rumi - ' Fihi ma fihi'

Por Amor

Por Amor
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... És precioso aos meus olhos. Troco reinos inteiros por ti...

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"Nem Cristão, Judeu, ou Muçulmano,

nem Hindu, nem Budista, Sufi ou Zen.

Nem uma Religião ou Sistema cultural.

Eu não sou do Oriente nem do Ocidente,

nem dos oceanos nem da terra,

nem material ou etéreo,

nem composto de elementos.

Eu não existo..."


Mawlana Jalaluddin Rumi