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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Somos Mestres de nosso Destino


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Ao decorrer de muitas vidas e existências aprendemos com muitos Mestres de diferentes linhagens, de diferentes níveis de Ser e de Saber, forjando nossa visão e iniciação por muitas vertentes e escolas.
                     
Tantas almas velhas que aqui estão Senhor!
Como tudo isso é tão forte e tão profundo ao mesmo tempo!
 
Almas essas que vieram migrando de escola em escola muito antes à época da Lemúria.
 
Ahhh!!! Como é difícil resumir tudo em palavras tão superficiais, mas nossas almas são velhas!
 
Foram tantas a linhagens e tantas as escolas que precederam a Lemúria, passando pela Atlântida, o continente perdido dos filósofos e Mestres Gregos, até o novo continente depois da Atlântida e que hoje se tornou o velho continente para nosso novo continente “Moderno e Tecnológico”.
 
Porém queridos e amados irmãos, ao final de tanta peregrinação descobrimos que devemos ser mestres de nosso próprio caminho, como dizia o Senhor Tatagatha (o Budha) "O Tatagatha, não tem mais mestre, o Tatagatha é mestre dele mesmo”, aquele que já era antes de vir e que continuará sendo mesmo após partir.
 
Compreendemos finalmente, que nossos queridos e amados mestres, sejam eles Cristãos, Gnósticos, Teosofistas, Alquimistas, Budistas, Taoistas, Sufis, Egípcios, Maias, Gregos, Índios, Nórdicos, Templários ou Judeus, são todos independentemente de suas linhagens, verdadeiros irmãos em Cristo, ou irmãos em Hórus (Egípcio), ou irmãos em Visnhu (Índia), em Queatzacoatl (Maia) ou em Odin (Nórdico). Não mais importa as linhagens e sim a forja feita pela consciência que superou todas essas barreiras, obstáculos e rótulos.
 
Uma cultura, um novo povo, sempre nos ensina a nos aprofundar mais e mais dentro de nós mesmos, quanto mais descobrimos e aprendemos sobre a diversidade dentro da unidade eterna (Uni-versus) compreendemos que nada somos e que nada sabemos, apenas vivemos para servir, enquanto o Uni-versus se manifesta.
 
Percebemos que todas estas maravilhosas escolas são filhas de sua época e de seu tempo e se compreendermos a todas, então superamos todas elas e amamos todas elas como sendo partes de nós mesmos, de um único ser e corpo em movimento, isso é o que os cristãos chamam de o “Corpo de Cristo em Ação” atuando em diferentes frentes do Ser e do Saber.
 
Nos tornamos um archote de verdade (Cristus-lucifer) que calça seus pés de um lado na “Luz” e de outro lado nas “Trevas”, não somos nem mais "Bons", nem mais "Maus" (e isso assusta os “bons e os maus”), apenas cumprimos uma lei maior de semear e encubar novas sementes de almas que precisam ser forjadas na dualidade, para um dia se elevarem além da própria dualidade e assim se tornarem um cristal, uma semente cósmica (novos Archotes) com toda a bagagem genética, atômica e espiritual (no interior dos interiores e no exterior dos exteriores) para construir uma nova Raça, um novo Planeta, um novo Sistema Planetário, uma nova Galáxia ou um novo Universo.
 
Alguns se tornam Manus de Raças, outros de Sistemas Planetários, outros de Galáxias e ainda mesmo que muito raros outros se tornam Manus de Universus inteiros e são responsáveis em dar o ritmo de construção e de arquitetura por toda uma manifestação cósmica, onde muitas Almas-Sementes sobre a luz de seu Sacrifício aprenderão, crescerão e amadurecerão pela força e amor de seu doar infinito e eterno, sustentando todo o ritmo da nova revelação divina ao qual hoje fazemos parte e existimos.
 
Começamos nosso aprendizado com pequenos mestres e nos tornamos pequenos mestres; depois encontramos Mestres Maiores e como espelho e "Imitatus" através de muito sacrifício nos tornamos Mestres Maiores, depois aprendermos a renunciar toda a Maestria e nos sacrificarmos como os Cristos por toda a humanidade doente, após compreendermos a máxima do Cristo Intimo, do Cristo Planetário e do Cristo Cósmico nos elevamos a um novo estágio de Ser.
 
É aqui neste exato ponto da expansão de nossas consciências que forjamos em nós, em nosso interior profundo uma nova semente cósmica que fecunda as águas dos abismos insondáveis colocando em movimento toda a vontade do Deus que existe em nós em criar; e finalmente após toda a criação manifestada adentramos na plenitude absoluta de toda imanifestação incriada e passamos do Ser, para o Não ser.
 
Ser ou não ser, eis a questão! - Ou seria a velha máxima do antigo poeta: Ser é não Ser eis a questão!
 
Dissolvemo-nos em tudo! Nos tornamos o nada que faz o todo existir, alimentamos com um sutil alento tudo que gera Movimento e Força, Inspiração e Expiração, Expansão e Retração, Amor e Sabedoria para que os Deuses sejam eles, Pequenos Iniciantes ou Grandes Titânicos criem e movimentem na grande roda cósmica universal.
 
Compreendemos que somos um e ao mesmo tempo somos muitos na unidade versificada do Universus manifestado, uns estão vindo à existência neste exato momento do eterno agora e outros estão indo para a imanifestação, que sustenta e faz o todo existir.
 
Esse é o Maravilhoso pulsar respirar Cósmico, Mahamavantico e Universal.

 
 
  Retornem a mim as criancinhas.
Retornem a mim que nada sou, mas que em tudo estou.

PAX
MMSorge

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PAX

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Se o amante se lança na chama da vela e não se queima,
ou a vela não é vela ou o homem não é Homem,
Assim o homem que não é enamorado de Deus
e que não faz esforços para o alcançar não é Homem.
Deus é aquele que queima o homem e o aniquila
e nenhuma razão o pode compreender.

Mawlana Rumi - ' Fihi ma fihi'

Por Amor

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... És precioso aos meus olhos. Troco reinos inteiros por ti...

"Nem Cristão, Judeu, ou Muçulmano,

nem Hindu, nem Budista, Sufi ou Zen.

Nem uma Religião ou Sistema cultural.

Eu não sou do Oriente nem do Ocidente,

nem dos oceanos nem da terra,

nem material ou etéreo,

nem composto de elementos.

Eu não existo..."


Mawlana Jalaluddin Rumi