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Tradutor Universal

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Pitagoras e a Música das Esferas


Música das Esferas

Um satélite da Nasa confirmou a antiga tradição sobre a musica das esferas, os corpos celestes emitem sons harmônicos, conceito de harmonia universal e da sua simetria. Foi descoberto que a atmosfera do Sol, emite ultra-sons e interpreta

uma partitura composta de ondas aproximadamente 300 vezes maior do que o ouvido humano pode captar.



A música das esferas sempre foi a apaixão dos estudiosos do Universo. Para os pitagóricos, os sons emitidos pelos planetas dependia das proporções aritméticas de suas órbitas ao redor do Planeta Terra, da mesma forma que o comprimento das cordas de uma lira determina o tom. As áreas mais próximas produz sons que se intensificam com o aumento da distância. 

O mais extraordinário, segundo eles, os sons são sintonizados com os de outras áreas, produzindo um sincronizado particular a "música das esferas"

Para os pitagóricos, por conseguinte, manifesta-se as proporções do universo "justo", tal como previsto pelos pelos ritmos e números, causando um canto harmonico. O cosmos, é portanto, um sistema que integra as sete notas musicais com os sete então conhecidos corpos celestes (Sol Lua, e cinco planetas visíveis). Há estes planetas foram adicionados três campos, chegou a 10, o número perfeito.

Todos já provaram a grande influência da música, que tanto pode ser sublime quanto diabólica. 

Ela também é tanto capaz de inspirar a paz ou a alegria quanto de deixar depressivo. A música de base caótica perturba a alma.

Em nós e ao nosso redor, o barulho não cessa, e sons de diferentes forças e alturas escapam à nossa consciência.

Nós estamos habituados a eles. O correr da água, o canto de um pássaro, sons de passos, o tilintar do vidro, o ranger de uma porta, o ronco dos motores, a voz humana, todos esses ruídos formam o pano de fundo de nossa vida diária. 

O silêncio também ressoa, mesmo que a vibração seja totalmente diferente.

O cosmo tem igualmente uma certa sonoridade; o universo inteiro emite um hino à alegria, mas nosso ouvido não está em condição de percebê-lo.

O cosmo está sujeito à lei da harmonia.

Conscientemente ou não, todas as criaturas sentem que há uma relação entre sua vida e a dos deuses.

Desde o remoto passado tudo mostra ao homem que romper a harmonia dessa troca entristece o céu e irrita os deuses. 

É por isso que as vibrações emitidas pelas criaturas devem corresponder às da criação.

Os sons, entre si, estão na mesma relação que as forças. 

O acorde harmonioso dos sons age de modo potente e positivo; as dissonâncias perturbam e destroem. 

Pitágoras considerava a Divindade, o Logos, como o centro da unidade e a fonte da harmonia. Por essa razão, esperava-se dos candidatos que estudassem aritmética, astronomia, geometria e música como preparação à sua admissão aos Mistérios. 

Os pitagóricos afirmavam que o mundo foi formado, a partir do caos, por sons ordenados segundo uma certa harmonia, segundo as leis das relações musicais, que os sete planetas evoluiriam em harmonia e que o valor dos intervalos entre os diferentes sons musicais, que determinam seu acorde, produz a harmonia perfeita, uma música na qual a sublimidade nos é inaudível pois nossos ouvidos não estão adaptados a ela.

Pitágoras considerava a música como sons em movimento, entrecortados ou ininterruptos. Esses sons se ajustam segundo o tom e o modo. Os intervalos estão em relação com o desenvolvimento espiritual dos seres humanos e com a harmonia do cosmo.

Para Pitágoras, a distância da Terra à Lua representa um tom. 

Da Lua a Mercúrio e de Mercúrio a Vênus há um semitom; de Vênus ao Sol, um tom e meio; do Sol a Marte, um tom; de Marte a Júpiter e de Júpiter a Saturno, um semitom; e de Saturno ao Zodíaco, um tom e meio. Esses tons formam juntos uma oitava, base da harmonia universal.

Na Grécia antiga, a música e os deuses estavam em estreita ligação. Apolo trazia uma lira como símbolo de suavitória sobre o caos. Quando ele tocava, todas as criaturas ficavam ensimesmadas a ouvi-lo, todos os conflitos e mesmo as guerras eram interrompidos, Áries (Marte) cessava de fazer correr sangue. 

A música de Apolo elevava o espírito dos homens e lhes dava paz de alma. 

A alma que experimenta a harmonia contempla o cosmo (cosmo significa ordenação). 

Nos mistérios órficos aparece Dionísio, que leva o homem ao êxtase Dionísio é o terrível guardião do Espírito.

Quem estuda esse personagem pode afirmar, com grande seriedade, que ele encarna a atividade do Espírito Santo, o Espírito que, como um vento de tempestade, sopra sobre o mundo para acordar os seres humanos de todos os lugares.

Um dia, o sátiro Marsias, que simboliza a humanidade, metade animal, metade deus, encontrou uma flauta enviada por Atenas.

Ele começou a tocar e decidiu imediatamente que nada o impediria de se equiparar a Apolo.

Sua audácia foi duramente punida, pois ninguém pode sobrepujar Deus e sua música. Orfeu, que com sua melodia subjugava homens e animais, personificava o ser que compreende a harmonia divina. 

Seus poderes espirituais eram tão grandes que mesmo os espíritos infernais se calavam para ouvi-lo. Ele podia atravessar os infernos porque se fazia acompanhar de sonoridades divinas e estava destituído de medo.

Deus, imprimiu nos átomos materiais um movimento que emite um som. No Primeiro Livro de Pimandro (versos 9 a 10), Hermes Trismegisto declara: 

Pouco depois surgiu, numa parte dela, horrível e sombria escuridão, que se movia para baixo e girava em espirais tortuosas, tal como uma serpente, segundo me pareceu. Então, essa escuridão transformou-se numa natureza úmida e indizivelmente confusa, da qual se levantou uma fumaça como a que provém do fogo, ao passo que ela produzia um som como de um indescritível gemido. Então, da úmida natureza ressoou um grito, um chamado sem palavras, que comparei à voz do fogo, enquanto que da Luz se propagou sobre a natureza um santo Verbo, e um fogo puro ergueu-se fulgurando da natureza úmida, fogo sutil, impetuoso e poderoso.

Anteriormente comparamos o ser humano com um instrumento musical.

Ele não está consciente disso porque esse instrumento está em tão mau estado que não pode produzir a justa sonoridade da harmonia divina. 

E cada ser humano possui sua própria nota fundamental.

Se ele não pode soar de acordo com a harmonia divina, não pode fazer outra coisa senão se manifestar em dissonância e, para ele, uma vida superior está fora de questão. 

Entretanto, sua reminiscência lembra-o de que seu ser ressoava,antigamente, de acordo com a harmonia das esferas. 

Podemos considerar a música em geral como uma reação a essa reminiscência. Pitágoras começava o dia com música Porfírio, o biógrafo de Pitágoras, conta que este último começava seus cursos tocando a lira e cantando antigas melodias, a fim de fazer esquecer as mágoas, acalmar a irritação e apaziguar as paixões, e também para reverencias aos deuses. 

As sonoridades harmoniosas agem direta e positivamente, concorrendo para o justo acorde das sete notas do sistema de cada indivíduo e atraindo as forças correspondentes. 

Encontramos as mesmas práticas nas religiões de todos os povos, há séculos.

Como as condições são específicas para cada raça, os instrumentos e formas musicais são diferentes.

Em certas regiões domina o ritmo, em outras, a melodia. 

Cada povo tem sua própria música, mas isso não quer dizer que ela esteja de acordo com a harmonia divina e que tenha efeitos positivos.

É possível retornar à harmonia original?

A vida divina está sempre minimamente presente no ser humano como centelha original.

Podemos reanimar e inflamar novamente essa centelha se, como um instrumento musical, nos ajustamos à harmonia divina. 

Então voltamos a nos ligar à força de Cristo, cuja nota fundamental é o amor divino. 

Podemos visualizar isso como uma corda que vibra continuamente, embora, evidentemente, no início esse ainda
não seja o caso. Esse processo de vibração em acorde perfeito acompanha a transmutação de todo o ser a fim de que surja uma nova consciência, uma consciência gnóstica. 

Então poderá ser dito que o homem voltou a se tornar um instrumento musical que participa da harmonia original das esferas.

É então que o homem hermético encontra Pimandro

E dessa estrutura de linhas de força que assim se formou flui uma vibração para o interior do homem hermético.

Esta vibração tem um som e uma cor, os quais estão em perfeita harmonia com o propósito do homem hermético de elevar-se.

E, deste modo, esta manifestação, este encontro, adquire uma característica muito especial. Só deste modo é que Deus fala ao homem. Este é o encontrar e ouvir o Nome Inefável.


Fonte do texto: Desconhecida
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