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sábado, 5 de maio de 2012

Física / Metafísica / Linhas de Ley / Energia telúrica / Geometria sagrada / Sólidos Platônicos


Física / Metafísica / Linhas de Ley / Energia telúrica / Geometria sagrada / Sólidos Platônicos 

Acreditava-se que toda a matéria do universo fosse construída de átomos, mais tarde, esses átomos foram divididos em elétrons, prótons e nêutrons e posteriormente em fêmions, léptons, quarks, bósons, mésons, bárions, híperond e matematicamente já foi demonstrado (mas não testemunhado, ainda) a existência de protinos, gluinos e neutralinos. É bem possível que ainda se possa dividir mais e mais, até chegar às partículas “básicas” do universo (chamada pelos antigos de “energia espírito”). Em resumo: Tudo é formado a partir de uma energia única que se diversifica apenas na aparência, e essa diversificação acontece pois os elementos não contém a mesma quantidade dessa energia.“O nosso mundo possui infinitas matizes”.

Energia Vibratória

 Propagação de ondas caracterizadas por frequência, comprimento e amplitude constantes ou variáveis. Basicamente essas três características são o que chamamos de realidade. Exemplo: onde você vê uma maçã, na verdade, temos vibrações desses blocos fundamentais (energia espírito) em N planos dimensionais, cujo resultado palpável no plano físico seria um objeto com forma de maçã, cor de maçã, gosto de maçã, cheiro de maçã, etc. Essas variações se devem à variação de frequência, comprimento e amplitude dessas ondas em N dimensões.


Escala do ponto de vista Metafísico:
Raios Cósmicos – Raios Gama – Raios X – Ultravioleta – O Espectro de Luz Visível –Infravermelho – Calor – Micro-ondas – Ondas de Rádio – Ultrassons – Ondas Sonoras –Infrasons – Odores – Matéria

Os pitagóricos criaram uma fórmula para medir e entender a diferenciação destas frequências através do estudo do pentagrama. Trabalhando com uma harpa foi descoberto que a frequência dobra de uma oitava para outra, ou seja, se o dó vibra a256hz, a oitava superior será 512hz e assim por diante, esse conceito também é aplicado na geometria sagrada e na proporção áurea.

O Número 7

Dentro do nosso universo, todos nossos sentidos são capazes de perceber apenas 7 tipos de estímulos, mas claro, existe uma infinidade de itens dentro destes 7 principais.

Exemplo:
Sete Cores – Vermelho –Laranja – Amarelo – Verde – Azul –Azul-violeta –Violeta
Setes Sons – Dó – Ré – Mi – Fá – Sol – Lá – Si

Existe uma correspondência direta de cheiro, cor, sabor, textura, etc. para o dó, e assim por diante, ou seja, nossos sentidos estão conectados, porém captam uma pequena gamada realidade.

O Mundo Invisível

Quando falamos de realidade, estamos nos referindo a uma pequena parte que compreendemos e vivenciamos do nosso mundo.

Exemplo:
Quando falamos de som, estamos nos referindo à faixa que podemos escutar e interpretar, deixando de lado o infra-som e o ultra-som, o mesmo acontece com cores, texturas, sabores e odores.

O mesmo acontece quando falamos sobre Matéria, são em faixas vibracionais mais sutis que se encontram sonhos e pensamentos. Da mesma maneira que os cientistas conseguiram detectar o infravermelho, é apenas uma questão de tempo até que conseguirem captar essas outras dimensões materiais.

Sobreposição de Planos

Faixas de vibração mais sutis podem ser captadas facilmente por um ser humano, já que o corpo humano não passa de um enorme condutor eletromagnético. Geralmente pessoas que captam essas faixas vibracionais possuem a glândula pineal (exteriorização do chakra coronário, Sahasrara) muito desenvolvida. Essa glândula é conhecida há mais de 3 mil anos, funciona como um “receptor eletromagnético”. Esta recepção funciona exatamente da mesma maneira que cores, sons, cheiros, etc. Podem afetar nossa percepção (mensagem subliminar, semiótica).

Linhas de Ley

Como todos nós sabemos, os sólidos de Platão são 5: Tetraedro, Cubo, Octaedro,Dodecaedro e Icosaedro. As Escolas Pitagóricas reuniram todos os sólidos dentro de uma única esfera e o resultado foi um mapa de linhas formado por 120 grandes círculos e 4.862 pontos.

Os estudos de Platão ecoam os ensinamentos de Pitágoras a respeito da projeção do infinito sobre o finito e servem para demarcar os pontos energéticos de maior intensidade na superfície do planeta, da mesma maneira que as linhas energéticas marcam os pontos principais da acupuntura em um corpo humano.


Eminentes cientistas, como Sir Joseph Norman Lockyer, estudaram a superfície do planeta e sobrepuseram as chamadas Linhas de Ley com grandes monumentos do passado, como as Pirâmides, os principais círculos de pedra e outros eventos “inexplicáveis” e chegaram a “coincidências” absurdas. Cidades como o Cairo, com 6.000 anos de idade, foram projetadas (sim, projetadas) de maneira harmoniosa com as linhas energéticas do planeta. Londres, Paris, Berlin, Moscou, Washington, Brasília.


A mais antiga evidência a respeito de pesquisadores das linhas de Ley encontra-se no Ashmolean Museumof Oxford. Nele estão expostas um conjunto de 5 pedras mais ou menos do tamanho de um punho, esculpida sem 1400 AC, que representam precisamente os sólidos de Platão descritos no Timeus (que só seriam estudados oficialmente mil anos depois, na Grécia segundo as autoridades). Apesar destas estruturas serem extremamente delicadas e precisas, oficialmente, estas pedras são consideradas “projéteis de algum tipo não definido de boleadeira”.

No Brittish Museum também estão em exposição esferas de metal (de ouro e bronze) vietnamitas com respectivamente 20 e12 pontos, que se encaixam e rolam umas sobre as outras, marcando uma combinação de 62 pontos e 15 círculos. Estas esferas possuem cerca de 2.500 anos de idade. Apesar destas esferas servirem como objeto de estudo dos sólidos de Platão e da combinação de pontos dentro de uma superfície esférica, oficialmente elas são “objetos de uso religioso não especificado”.

Combinando os dois principais sólidos de Platão, temos uma grade composta de 120 triângulos como afigura ao lado. Esta esfera metálica vazada foi encontrada por arqueólogos em ruínas na cidade de Knossos (em textos de alquimia ela era chamada de “Esfera Celestial” por eles). Sua função era ser deixada ao sol para estudos da projeção das sombras sobre a esfera central. Com isto, os gregos (egípcios e posteriormente os pitagóricos, alquimistas e templários) conseguiram medidas precisas de distâncias no planeta, que só foram igualadas em precisão em 1980, com os mapeamentos por satélite. Oficialmente, este é uma “esfera ornamental, de função desconhecida”.


Graças a este conhecimento oculto, mapas medievais até hoje inexplicados mostram a América, Austrália e Antártida com formas quase perfeitas, condizentes com descobertas feitas séculos depois. Exemplos são o Mapa de Piri Ibn Haji (copiado de um mapa que estava na Biblioteca de Alexandria, com a descrição da América) e o mapa de Calopodio (1537, descrevendo a Antártida). Estes mapas eram mais precisos do que mapas feitos até a década de 60 ou 70. Com base nestas linhas, mapas da Atlântida e de Lemúria também puderam ser traçados muitos séculos antes que os cientistas sequer começassem a discutir “placas tectônicas”.



O pesquisador e cientista Sir James Churchward publicou, em 1972, um trabalho intitulado “The Twelve Devil´s Graveyard around the world”, onde localizava os doze locais onde ocorriam o maior número de acidentes e desaparecimentos de barcos e aviões no planeta. Durante anos, ele compilou relatórios da marinha de vários países, chegando aos doze pontos críticos (entre eles, o famigerado Triângulo das Bermudas). Quando os estudiosos compararam estes pontos com o modelo esférico de Platão/Pitágoras, “coincidentemente” chegaram aos pontos principais do icosaedro projetado no Planeta.


Cruzando outros pontos na grande esfera temos pirâmides ao redor do planeta (uma na Amazônia, inclusive), caminhos que as aves migratórias seguem avistamentos de UFOs, locais sagrados, Catedrais, Círculos de Pedra e por aí vai. Escolha um local bizarro ou inexplicável e coloque-o sobre o mapa-múndi. Ele estará sobre ou muito próximo de um ponto destes. Mas para entender as Linhas de Ley e suas conexões com TODOS os monumentos religiosos de grande importância já construídos (oráculos gregos, pirâmides, catedrais, etc.) precisamos compreender o que é energia Telúrica.

Energia Telúrica, Linhas de Ley, Pirâmides e Círculos.

Energia Telúrica é uma corrente elétrica de baixa frequência e que percorre grandes áreas do planeta, que se movimenta debaixo da terra e nos oceanos, já fartamente comprovada pelos cientistas, mas quase totalmente inexplorada por falta de interesse das autoridades. Afinal de contas, para quê investir em energia gratuita para a população quando se pode cobrar por ela?

A junção dos centros energéticos das Linhas de Ley com o fluxo das linhas telúricas produz enormes quantidades de energia, que podem ser manipuladas e controladas através de determinados monumentos. A geometria sagrada das pirâmides e dos círculos de pedra é capaz de canalizar e focar todas estas energias para usos específicos, da mesma maneira como as agulhas de acupuntura são utilizadas nos centros energéticos em um ser humano para acionar determinados tipos de energia em nossos corpos.

Estas energias são captadas e projetadas dentro dos círculos, nas câmaras das pirâmides ou dentro de certas cavernas, através de ajustes “fechando” determinados circuitos para gerar campos eletromagnéticos muito fortes e harmônicos, que vibram em ressonância com determinados chakras nos seres humanos, abrindo-os totalmente e desenvolvendo certas faculdades.

Claro que os círculos, pirâmides e cavernas também possuíam funções ritualísticas e de celebrações. Faziam às vezes das igrejas e templos de encontro nas vilas. Para exemplificar estes circuitos telúricos, aqui está um mapa da estrutura de Stonehenge vista de cima. Repare nas linhas energéticas que cruzam as pedras externas do círculo. Ao todo, são 12 pontas na estrela, que serviam para marcar a posição do sole planetas em comparação com os 12 signos e para canalizar as energias de Ley e Telúricas para o interior do círculo.

As pedras centrais fecham um circuito mais poderoso em conjunto com 6 pedras externas (os pontos 465-55-210 e 325-15-120), que eram usados em determinadas datas para rituais específicos. Estas datas eram solstícios, equinócios e noites de lua cheia (os chamados sabbaths e esbaths). Os ritos incluíam aumento da fertilidade, da produção, curas, preparação da saúde das pessoas para o inverno rigoroso, aumento das habilidades artísticas, de caça, pesca, uma fusão maior com a natureza, etc. A estrutura de pedras descrita forma uma estrela de Davi. Mas o que um símbolo “judeu” está fazendo em um monumento celta? “Coincidência” é claro!

Além destas mega construções em pedra, os antigos também utilizavam-se de cristais para focar e canalizar estas energias, de modo a harmoniza-las com seus pontos, a nível pessoal, planetário e sideral (nos monumentos de pedra). Na Atlântida, os cristais eram usados como computadores maravilhosos, com uma capacidade totalmente incompreensível atualmente. Computadores movidos por energia mental, capazes de armazenar nossos pensamentos e emoções. Ligados entre si através das Linhas de Ley, em uma “internet” capaz de buscar conhecimentos nos chamados “Registros Akashicos” (informação guardada pelo “universo” de cada indivíduo, raça, povo, criatura, planeta, sistema, etc. que já existiu).

FAQ’s “Mas e os homens das cavernas? E os primitivos?”, e a resposta é: a Terra sempre está povoada por regiões de evolução mental, espiritual e cultural MUITO distintas, enquanto os atlantes e lemurianos tinham toda esta tecnologia ao seu dispor, em outras regiões do planeta estavam quase macacos venerando o sol e a lua como se fossem deuses. Se você achar tão difícil assim compreender este cenário, compare a Noruega com a Serra Leoa nos dias de hoje, século XXI.

Fonte: Internet - Autor Desconhecido.

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